O resgate do sentido de educar é uma busca ao interior de si, com um olhar mais amoroso, sensível e responsável sobre a vida, visando o desenvolvimento integral do ser – espírito e corpo, inteligência, sensibilidade, sentido estético e responsabilidade pessoal.



quinta-feira, 24 de junho de 2010

Educar-se para a vida



O presente não deve ser vivido apenas como a "ante-sala do futuro". No dizer de Sacristán (2005) o presente deve ter alguma essência prazerosa que deixará o sedimento para como seremos depois. Ressalta o autor que "educar-se para a vida somente é possível na vida do momento: a riqueza com que se vive esta é a base para a vida que virá." (SACRISTÁN,2005,p.207)

segunda-feira, 21 de junho de 2010

É importante questionar


Para Morin (2007) o sujeito do conhecimento é sempre impulsionado por um sentimento e uma estrutura organizacional da sua psique quando empreende qualquer investimento cognitivo, mesmo que não tenha consciência. Por isso é importante questionar por que temos interesse por esse ou aquele tema; por que tratamos as coisas de uma forma e não de outra; por que assumimos tais ou quais posturas epistemológicas e determinadas teorias?

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Compreender a incompreensão



A compreensão exige que compreendamos a nós mesmos, reconhecendo as nossas insuficiências e carências afirma Morin (2007). Ressalta o autor que compreender não é tudo explicar, " mas reconhecer que a algo de incompreensível." (MORIN,p.124,2007)

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Diferentes culturas


Conforme Morin (2007) o contexto cultural deve ser reconhecido para compreender o pensamento e os atos dos indivíduos de diferentes culturas. Afirma o autor que " a compreensão humana comporta não somente a compreensão da complexidade do ser humano, mas também a compreensão das condições em que são forjadas as mentalidades e praticadas as ações." (MORIN,p.115,2007).

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Unidade afetiva


Hoje em ritmo de copa do mundo é pontual a reflexão do entendimento de Morin (2005) sobre a unidade genérica – a identidade humana comum. Afirma o autor que apesar da diferença de culturas a manifestação de alegria, prazer, felicidade, divertimento, sofrimento e dor demonstram a “unidade afetiva do gênero humano.” Esclarece que os sentimentos são efetivamente universais: amor, ternura, afeição, amizade, ódio, respeito e desprezo. E declara que “as diferenças raciais, étnicas, culturais, não alteram a unidade afetiva.” (MORIN,p.60,2005)

terça-feira, 15 de junho de 2010

Alma, coração e razão


Catanante em suas pesquisas percebeu quatro características comuns essenciais para descrição da excelência do ser integral no trabalho: social, emocional, espiritual e racional.Ressalta a autora que "todo ser humano é um ser integral com características sociais, emocionais, espirituais e racionais." Salienta que quando essas características estão equlibradas “ agimos com a alma, o coração e a razão totalmente integrados em nossa vida pessoal, profissional e comunitária.” E conclui que “ quando atuamos com todos esses aspectos em equilíbrio, atingimos a excelência em 360 graus.”